Estou postando aqui três rascunhos de um projeto de game que estou criando.
Este jogo se chama, por enquanto, Tag. Tags são aquelas pichações que se vê por aí de pequena proporção.
Já deu para imaginar que o jogo é sobre pichação. E Eu estou planejando o jogo todo para a plataforma Wii. Esse console acho que foi a maior criação na área de games ultimamente. A Sony que me desculpe. Tá certo, o PS3 é show, mas essa revolução da jogabilidade que o Wii trouxe, foi fenomenal!
Sendo assim, um jogo tratando da atividade da pichação jogado no Wii, seria muito mais divertido do que
no PS2 ou PS3, ou ainda em computadores.
Por hora eu estou trabalhando nos cenários e missões. O passo seguinte será fazer as interações dos personagens com a jogabilidade do Wii. Eu ainda não tenho uma game engine que suporte nativamente Wii, mas sei de gente que conseguiu fazer isso com o Blender, que é um soft livre, e mesmo que o resultado desse ‘hack’ seja tosco, já servirá para ter uma idéia de como será o jogo.
Abaixo, vão alguns rascunhos da concept art.

Desenho do personagem Anto.

Desenho do personagem Niva.

Desenho do personagem Nila.
Games, Portifólio
concept art, pichação, Wii
Auto-retrato Coletivo foi meu projeto de conclusão de curso, na então Faculdade de Belas Artes de São Paulo, no curso de Design Gráfico. O projeto consistiu na editoração de um livro, baseado na minha monografia.
Durante o decorrer do texto eu analisei a pichação como um elemento cultural que reflete uma série de questões relativas ao modo de vida de uma sociedade. Obviamente que tais reflexos são inconscientes na mente dos autores, é como algo que está no inconsciente coletivo da população e que aflora nos momentos de expressão popular.
Desde muito jovem, bem antes de entrar para a faculdade, eu reparava que as pichações de São Paulo e Rio, divergiam em estilo e organização nos muros, e isso era algo que me intrigava muito. Certo dia, quando estava visitando a capital da Bahia, vi uma pichação espetacular, e aquele grafismo baiano, me causou um “choque”, bem aos modos de Schutz.
Para essa análise, usei como exemplo pichações das cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. Comparei os grafismos, com informações sobre a sociologia, política, condições geográficas, e expressões populares das cidades, e notei a clara e visceral ligação entre esses pontos.
Se você se interessar sobre este tema, neste link está o arquivo PDF, no meu livro. Vale lembrar que hoje, eu faria alterações no texto.
AVISO: a página 29 deve ser lida de baixo para cima, como a escrita japonesa.



Graffiti & Pichação
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